VERDADEIRO: quanto mais cedo for iniciado o tratamento na história da doença, menor será o risco de agravamento e complicação da alergia, por conseguinte maiores serão as hipóteses de cura.
FALSO: as crianças podem ser dessensibilizadas desde os 5 anos, segundo as recomendações internacionais actuais.
FALSO: a dessensibilização é um tratamento curativo e preventivo que actua sobre o sistema imunitário, reequilibrando-o (faz com que o organismo se torne progressivamente mais tolerante ao alergénio). Os tratamentos farmacológicos actuam unicamente sobre os sintomas da alergia (acalmam a inflamação). Estes dois tipos de tratamento são complementares.
VERDADEIRO: mas a dessensibilização é tanto mais eficaz se incluir apenas um pequeno número de alergénios. Recomenda-se que não sejam misturados mais do que dois alergénios de famílias diferentes (por exemplo, pólenes de gramíneas e ácaros).
VERDADEIRO: as alergias alimentares, as alergias medicamentosas e as alergias de contacto (exemplo: à maquilhagem, às jóias de fantasia...) não podem ser tratadas por dessensibilização. No entanto, a investigação continua a trabalhar nesse sentido. A dessensibilização está actualmente indicada na rinite e na asma alérgica.
FALSO: a dessensibilização, pelo contrário, previne a ocorrência de novas sensibilizações.
FALSO: a dessensibilização decorre durante 3 a 5 anos, ou em diversas épocas polínicas consecutivas.
FALSO: a eficácia na dessensibilização está demonstrada por muitos estudos clínicos e está recomendada como tratamento de fundo da alergia pela OMS. Permite curar os sintomas, mesmo depois de terminar o tratamento.
FALSO: nas duas vias de administração a eficácia é comparável, segundo a demonstração clínica. Cada um pode escolher a sua forma de tratamento mais adaptada à sua situação.
VERDADEIRO: nenhum efeito secundário grave foi observado até agora durante um tratamento pela via sublingual.