Vias de administração

O tratamento é específico para cada doente, tanto no que se refere à posologia como à composição dos extractos prescritos (os extractos são designados por APEI – Alergénios Preparados Especialmente para um Indivíduo – e cada receita requer uma preparação específica).     

São possíveis duas vias de administração das doses de alergénio:

  • A via subcutânea: que consiste em fazer penetrar o alergénio, por meio de uma injecção subcutânea (sob a pele) ao nível do braço, entre o cotovelo e o ombro. Não dolorosas, as injecções devem imperativamente ser aplicadas pelo alergologista (pelo menos no início do tratamento) e ser seguidas de um período de observação de 30 minutos no consultório.  

  • A via sublingual: mais recente, a sua eficácia é equivalente à da via subcutânea. A administração é feita em casa, pelo próprio doente, de manhã em jejum, através da colocação de aplicações da solução de alergénio(s) directamente sob a língua, que devem ser mantidas durante 2 minutos. É necessário provar uma rigorosa autodisciplina, a fim de favorecer uma eficácia óptima para o tratamento.